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Em posts anteriores eu falei um pouco sobre as diferentes fontes de luz. Aqui vai uma explicação sobre a eletroluminescência que vem sendo empregada com bastante sucesso pela sua versatilidade e por converter diretamente eletricidade em luz.
Para falar melhor sobre o assunto, o DeltaTeta entrou em contato com o presidente da Silverflex - empresa líder de mercado em eletroluminescência - Eng. Estevam Hencsey, para que nos explicasse melhor como funciona essa tecnologia. Eis os principais trechos da explicação que nos foi enviada pelo Eng. Estevam Hencsey:
“… a lâmpada eletro-luminescente na realidade pode ser vista como um capacitor pois é composta por duas placas condutivas com o fósforo no meio delas.
O eletrodo frontal é um filme de poliéster cristal com 125 microns de espessura o qual é impregnado de Óxido de Indium Estanho por meio de deposição a vácuo, na espessura de 2 microns. Torna-se assim um material condutivo translúcido.
A seguir é feita a deposição por meio de processo serigráfico do fósforo. A próxima etapa consiste na deposição, também por serigrafia, do dielétrico (isolante) que é o titanato de bário.
Por fim é aplicado uma camada de prata que constituirá o eletrodo trazeiro.
Temos aí nosso capacitor…Quando uma tensão é aplicada a uma determinada frequência, os elétrons livres do fósforo mudam de camada e quando voltam, o fazem na forma de fótons emitindo luz. “
Porém a lâmpada branca mediante a colocação de filtros poderá fornecer qualquer tonalidade de luz.



março 9th, 2010 às 20:46
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novembro 15th, 2008 às 13:57
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