Missão chinesa à Lua

by GREGO®


A China lançou dia 24/10 a sua primeira missão à Lua, operação que marca o arranque do programa nacional para colocar um homem na superfície lunar em 2020. Com os anúncios da Nasa e do governo da Índia, nós nos vemos novamente diante de uma corrida espacial como a que foi vivenciada nas décadas de 50 e 60, entre os USA (Estados Unidos da América) e a então URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas).

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O Chang’e I, aparelho que usa o nome da deusa que segundo a mitologia chinesa voou até à lua, partiu às 18:15 (07:15 em Brasília) do centro aeronáutico de Xichang, na província de Sichuan, sudoeste do país.

O  Chang’e 1  entrou  no campo gravitacional da Lua no dia o5/11/2007. O satélite completou com sucesso uma das fases mais difíceis da missão chinesa, que deve durar um ano.

O custo desta expedição para a China é de 1,4 mil milhões de renminbi (336 milhões de reais).  A Índia, outro país em desenvolvimento, vai lançar uma missão semelhante no ano que vem.

O programa espacial chinês - que lançou seu primeiro astronauta ao espaço em 2003 - é visto com preocupação pelos Estados Unidos, que temem que Pequim use o programa com fins militares.

Durante o Congresso do Partido Comunista Chinês, que decorreu na semana passada na capital chinesa, o governo chinês anunciou os objetivos espaciais para os próximos cinco anos, que inclui a instalação em órbita de um «laboratório do céu».

Pequim planeja também enviar astronautas à superfície lunar, mas os cientistas e engenheiros chineses pensam já em futuras missões em Marte e outros planetas nas próximas décadas.


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